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Violência doméstica.

8 dez

A violência em si, desencadeia várias hipóteses para solucionar o “porque” desse ato. São questões que colocam em crítica a ética, a moral, a psicologia e a psiquiatria.

Na década de 80 foi feita uma pesquisa na Alemanha (H. Haefner e W. Boeker -1982) entre os criminosos com problemas mentais, e foi descoberto que o número de doentes mentais presos, não era anormal, comparado-se com toda a população. Apesar disso, os estudos sobre a associação de problemas mentais com violência, não pararam.

Tendo em conta que os criminosos com problemas mentais tinham uma idade media, por ocasião da prática do crime, de 10 anos a mais do que os criminosos comuns. Ou seja, os criminosos com problemas mentais, tinha um retardamento na sua expressão de violência.

A violência é uma grande agravo à saúde e como é o culpado por vários  transtornos ao bem estar das pessoas, tem sido um grande problema a ser resolvido pelos médicos, pois é um problema que vai alem de métodos já testados pela medicina.

“A violência consiste em ações de pessoas, grupos, classes ou nações que ocasionam a morte de seres humanos ou que afetam prejudicialmente sua integridade física, moral, mental ou espiritual.”

A violência domestica no Brasil.

No Brasil, a cada 15 segundos, uma mulher é violentada fisicamente, psicologicamente e sexualmente, segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Mais da metade das mulheres mortas no país, são assassinadas por seus parceiros ou ex-parceiros. Estima-se que por ano, 300 milhões de mulheres são agredidas fisicamente por seus maridos ou parceiros. Em países da América Latina, um grande número de mulheres, afirmam ter sido vítima de violência pelo parceiro. Em alguns países, esse percentual chegou a 50%. O menor índice foi de 20%.

Modalidade de VDCA Incidência Pesquisada Número total de casos notificados
1.996 1.997 1.998 1.999 2.000 2.001 2.002 2.003 2.004
Violência Física 525 1.240 2.804 2.620 4.330 6.675 5.721 6.497 6.066 36.478
Violência Sexual 95 315 578 649 978 1.723 1.728 2.599 2.573 11.238
Violência Psicológica 0 53 2.105 893 1.493 3.893 2.685 2.952 3.097 17.171
Negligência 572 456 7.148 2.512 4.205 7.713 5.798 8.687 7.799 44.890
Violência Fatal 135 257 42 22 17 473
Total 1.192 2.064 12.635 6.674 11.141 20.261 15.974 20.757 19.552 110.250

Violência fora do Brasil.

Um projeto Europeu pretende ir alem dos hematomas deixados pelas agreções. Uma equipe da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, coordenada por Henrique Barros desenvolveu o projeto DoVE.

Esse projeto pretende ir alem de marcas visíveis de um caso de violência doméstica. “Não queremos o óbvio. Não queremos o braço partido. Queremos as formas mais subtis. Queremos perceber em que medida doenças para as quais nós não temos ainda um conhecimento exato das suas causas podem estar relacionadas com situações de violência. Não vamos fazer uma análise qualitativa. Perde-se muito tempo e ganha-se pouca informação”, explica Henrique Barros. Os dados recolhidos, tornaram mais fáceis para entender o problema da violência nos vários países europeus, possibilitando comparações e estabelecendo uma relação mais direta com os problemas de saúde associados a violência doméstica e contra a mulher. O DoVE permiti uma melhor compreensão do ato violento.

 Em portugal, nos seis primeiros meses de 2009, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima registrou 8.496 casos de violência domestica, enquanto no mesmo período de 2008 foram contabilizados 7.788 casos. Em Portugal, a violência domestica corresponde a 9% dos crimes.

Algumas das leis mais famosas contra a violência domestica:

Lei nº 11.340 { Maria da Penha

 

Lei nº 9.099/95 {Doutrina Jus Navigandi

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Conclusões sobre “Nina” (Curta nacional – Heitor Dhalia)

18 out

Confesso que não tenho uma grande histórico de filmes curtas assistidos, mais hoje, assistindo “Zoom” na tv cutura, me fascinei com o pouco que pude perceber do filme.

O autor (Heitor Dhalia) de “Nina”, tem uma viagem de colocar a vida real com o mundo dos desenhos e dando um ar de descontrole, insanidade… Particularmente sinto uma especie de adimiração tanto por autores quanto por atores que conseguem descrever a insanidade de alguma forma.

Ando em busca da forma mais clara de definir a insanidade para colocar em meu blog, mais toda vez que escrevo, parece faltar alguma coisa… Parece não ser convincente! De qualquer forma, não vou desistir; mesmo que esse livro saia na vespera de minha morte, sairá digno!

Levando em consideração que o gosto de uma pessoa não é o mesmo que o outro, é muito provável que não seje digno para todos, mais que pelo menos para uma pessoa seje… Se isso acontecer, ja me sentirei grata pelo trabalho!

Quero poder ajudar com minha história, pessoa que passem por coisas parecidas, ou ate mesmo iguais. Um teste COMPROVADO que “fake” não dá certo! E nem sempre o amor verdadeiro é o tal “verdadeiro”.

“Tire a dor do amor, e o amor não existirá mais.” Palavras de William Beckett (The academy is…) Isso nos leva a pensar que não existe amor sem dor, e curiosamente, sem dor não existe amor. É meio obvio isso, mais sempre é a coisa mais improvavel que se vá pensar na frase.

Realmente, quando não se sofre para se consquistar a pessoa amada ou qualquer outra coisa, não se dá valor. Daí vem a frase “Tire a dor do amor, e o amor não existirá”… Se não existir dor, não se aprenderá a realmente valorizar e assim, nos leva a pensar também, que existe pessoas que quanto mais apanham do mundo, ou do amor, mais se persiste. Deveras não existe amor sem a dor, mais ate quando persistir?

Fica a pergunta. Se alguém se animar a responder… O palco é todo seu!

Hello world!

18 out

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