MGMT

6 dez

Electric feel now!

A banda americana de psychedelic pop, MGMT surgiu em meados de 2006 pelas atenciosas mãos de Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden.

Em Novembro de 2007 a revista Rolling Stone nomeou a banda como uma das 10 bandas a serem assistidas em 2008 e daí para frente a banda foi ganhando espaço em várias rádios britânicas e australianas pelo trabalho de “Oracular Spectacular”, primeiro album da banda.

Neste ano (2010) a banda ganhou seu primeiro Grammy Award por “Best New Artist”, porém em 2009 a banda já havia consagrado um Grammy Award para a dupla de DJs, Justice que fizeram o remix de “Electric Feel” e ganharam Grammy de “Melhor remix gravado” (“Best Remixed Recording”).

O segundo album da banda, Congratulations, foi lançado em meados de Abril de 2010 e liberado para download no site oficial da banda (www.whoismgmt.com).

Em 2009, em um de seus shows, MGMT foi aberto com uma rápida apresentação de Paul McCartney que admitiu ser um fã da banda.

Seus albuns são:

  • Clibimg to new lows (2005) DEMO
  • Oracular Spectacular (2008)
  • Congratulations (2010)

Integrantes:

  • Andrew VanWyngarden – vocal, guitarra, teclado, baixo, bateria
  • Ben Goldwasser – vocal, teclados, guitarra
  • Matthew Asti – baixo
  • James Richardson – guitarra, backing vocal, teclado, percussão
  • Will Berman – bateria, percussão, backing vocal

The Perishers

25 nov

Deep swedishes

{Profundos suecos*}

A banda sueca, The Perishers, de indie pop rock sem muita popularidade vem ganhando olhares desde 2001, com um rock calmo, leve, sincero e profundo. A banda com seis integrantes tem como vocal e guitarra, Ola Klüft, Martin Gustafson como backing vocal e teclados, Pehr Åström com baixo e Thomas Hedlund como baterista.

Apesar de não serem muito conhecidos na mídia, são bem notados por onde passam, um grande exemplo disso aconteceu em 2005 quando a banda foi pessoalmente escolhida a dedo por Sarah McLachlan, uma cantora e compositora canadensse conhecida por suas baladas emocionais que venderam mais de 40 milhões de albuns, para abrir seu show.

O show com a cantora e compositora canadensse lhes renderam grandes destaques em trilhas sonoras de series como “The O.C.”, “One tree hill”, “Greek” e ganhou destaque em “Veronica Mars” em um episódio culminante da segunda temporada da série, com a música “Sway”.

Seus albuns são:

  • From Nothing to One (2002)
  • Let There Be Morning (2003)
  • Victorious (2007)

Diploma em jornalismo

7 nov

Antes de tudo, devo me desculpar pelos meses sem atualizações. Minha justificativa é: quando “ainda” não se ganha com o que gosta (escrever), deve-se trabalhar de outra forma ate chegar no que se almeja ou estudar para passar no vestibular e fazer faculdade de jornalismo, o que corresponde ao meu caso.

Ando preocupada com a situação do curso de jornalismo no Brasil. A desvalorização do diploma de jornalismo chega a ser absurdo e desesperador. Para conseguir um emprego com engenheiro, não ira bastar um projeto, o empregador vai querer um diploma. Por que há de ser diferente com o jornalista?

Segue um depoimento da jornalista Beth Costa, presidente da Federeção nacional dos jornalistas.

Diploma em jornalismo: uma exigência que interessa à sociedade

O principal argumento, entre os tantos que se pode levantar para a exigência do diploma de curso de graduação de nível superior para o exercício profissional do jornalismo, é o de que a sociedade precisa, tem direito à informação de qualidade, ética, democrática. Informação esta que depende, também, de uma prática profissional igualmente qualificada e baseada em preceitos éticos e democráticos. E uma das formas de se preparar, de se formar jornalistas capazes a desenvolver tal prática é através de um curso superior de graduação em jornalismo.

Por isso, de todos os argumentos contrários a esta exigência, o que culpa a regulamentação profissional e o diploma em jornalismo pela falta de liberdade de expressão na mídia talvez seja o mais ingênuo, o mais equivocado e, dependendo de quem o levante, talvez seja o mais distorcido, neste caso propositalmente.

Qualquer pessoa que conheça a profissão sabe que qualquer cidadão pode se expressar por qualquer mídia, a qualquer momento, desde que ouvido. Quem impede as fontes de se manifestar não é nem a exigência do diploma nem a regulamentação, porque é da essência do jornalismo ouvir infinitos setores sociais, de qualquer campo de conhecimento, pensamento e ação, mediante critérios como relevância social, interesse público e outros. Os limites são impostos, na maior parte das vezes, por quem restringe a expressão das fontes –seja pelo volume de informações disponível, seja por horário, tamanho, edição (afinal, não cabe tudo), ou por interesses ideológicos, mercadológicos e similares. O problema está, no caso, mais na própria lógica temporal do jornalismo e nos projetos político-editoriais.

Nunca é demais repetir, também, que qualquer pessoa pode expor seu conhecimento sobre a área em que é especializada. Por isso, existem tantos artigos, na mídia, assinados por médicos, advogados, engenheiros, sociólogos, historiadores. E há tanto debate sobre os problemas de tais áreas. Além disso, nos longínquos recantos do país existe a figura do provisionado, até que surjam escolas próximas. Deve-se destacar, no entanto, que o número de escolas cobre, hoje, quase todo o território nacional.

Diante disso, é de se perguntar como e por que confundir o cerceamento à liberdade de expressão e a censura com o direito de os jornalistas terem uma regulamentação profissional que exija o mínimo de qualificação? Por que favorecer o poder desmedido dos proprietários das empresas de comunicação, os maiores beneficiários da não-exigência do diploma, os quais, a partir dela, transformam-se em donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, das consciências de todos os cidadãos?

A defesa da regulamentação profissional e do surgimento de escolas qualificadas remonta ao primeiro congresso dos jornalistas, em 1918, e teve três marcos iniciais no século 20: a primeira regulamentação, em 1938; a fundação da Faculdade Cásper Líbero, em 1947 (primeiro curso de jornalismo do Brasil); e o reconhecimento jurídico da necessidade de formação superior, em 1969, aperfeiçoado pela legislação de 79. Foi o século (especialmente na segunda metade) que também reconheceu no jornalismo –seja no Brasil, nos Estados Unidos, em países europeus e muitos outros- um ethos profissional. Ou seja, validou socialmente um modo de ser profissional, que tenta afastar a picaretagem e o amadorismo e vincular a atividade ao interesse público e plural, fazendo do jornalista uma pessoa que dedica sua vida a tal tarefa – e não como um bico.

Com tal perspectiva, evoluíram e se consolidaram princípios teóricos, técnicos, éticos e estéticos profissionais, disseminados por diferentes suportes tecnológicos, como televisão, rádio, jornal, revista, internet. E em diferenciadas funções, do pauteiro ao repórter, do editor ao planejador gráfico, do assessor de imprensa ao fotojornalista. Para isso, exige-se profissionais multimídia que se relacionem com outras áreas e com a realidade a partir da especificidade profissional; que façam coberturas da Ciência à Economia, da Política aos Esportes, da Cultura à Saúde, da Educação às questões agrárias com qualificação ética e estética, incluindo concepção teórica e instrumental técnico a partir de sua área. Tais tarefas incluem responsabilidade social, escolhas morais profissionais e domínio da linguagem especializada, da simples notícia à grande reportagem.

A informação jornalística é um elemento estratégico das sociedades contemporâneas. Por isso é que o Programa de Qualidade de Ensino da Federação Nacional dos Jornalistas – debatido, aperfeiçoado e apoiado pelas principais entidades da área acadêmica (como Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação; Abecom – Associação Brasileira de Escolas de Comunicação; Enecos-Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação; Compós – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação; e Fórum de Professores de Jornalismo)– defende a formação tanto teórica e cultural quanto técnica e ética. Tal formação deve se expressar seja num programa de TV de grande audiência ou numa TV comunitária, num jornal diário de grande circulação ou num pequeno de bairro, num site na Internet ou num programa de rádio, na imagem fotojornalística ou no planejamento gráfico.

É por isso que, num Curso de Jornalismo, é possível tratar de aspectos essenciais às sociedades contemporâneas e com a complexidade tecnológica que os envolve, incluindo procedimentos éticos específicos adequados – do método lícito para obter informação à manipulação da imagem fotográfica, do sigilo da fonte ao conflito entre privacidade e interesse público, por exemplo. É na escola que há laboratórios de telejornalismo, radiojornalismo, fotojornalismo, planejamento gráfico, jornal, revista, webjornalismo e outros. A escola pode formar profissionais para atuar em jornalismo – e não para uma ou outra empresa. Pode formar profissionais capazes de atuar em quaisquer instituições, setores ou funções. É a formação que também permite o debate e novas experiências.

As escolas não são culpadas, certamente, pelo fato de algumas empresas reduzirem a atividade profissional a aspectos simples ou simplórios.

Por isso, mesmo onde a obrigatoriedade do diploma não existe, como em países europeus, cresce o número de escolas de jornalismo. É por isso que o Conselho Europeu de Deontologia (dever-ser) do Jornalismo, aprovado em 1993, estipulou, em seu artigo 31, que os jornalistas devem ter uma adequada formação profissional. E que surgem, a cada ano, em muitos países, documentos reforçando a necessidade de formação na área.

Além de tudo, há uma discussão bastante reducionista, uma espécie de a favor ou contra. Ora, diploma é uma palavra. Trata-se, no entanto, de palavra que exprime outras duas: formação profissional, atestada por um documento que deve valer seu nome. Há um lugar, chamado escola, que sistematiza conhecimentos e os vincula a outras áreas a partir da sua. A regulamentação e a formação são o resultado disso, que se manifesta em exigências como a do registro prévio para o exercício da profissão. Por isso, a regulamentação brasileira para o exercício do jornalismo é um avanço, não um retrocesso.

O pensar e o fazer jornalístico, resultados de um ethos profissional – essencial à identidade de categoria e de profissão e socialmente relevante- não pode voltar atrás. A Fenaj defende a formação profissional em cursos de jornalismo de graduação com quatro anos e, no mínimo, 2.700 horas-aula, como já apontavam as diretrizes curriculares aprovadas após inúmeros debates e congressos na área. A formação em Jornalismo, que deve ser constante e aprimorada durante toda a vida, é a base inicial para o exercício regulamentar da atividade. A tudo isso chamamos profissão Jornalismo. E não nos parece pouco.

Beth Costa,
Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas

Concurso “Conhecendo o Judiciário”

19 jul

O desembargador Paulo Teles lançou no dia 6 de maio um concurso de redação para ensino fundamental e médio de Goiás: Conhecendo o Judiciario.

O concurso tem como tema “A atuação do Juiz para a promoção da justiça”, e eu como uma apaixonada por redação (e não muito por áreas jurídicas) já escrevi alguns “experimentos” de redação para a primeira fase e que, ate onde sei, tive muito sucesso.

Segue-se um de meus experimentos. Torçam por mim!

Justiça, a base da virtude

“Não existem fatos, apenas interpretações”. Segundo Nietzsche, a justiça é um produto lingüístico com total dependência de sua interpretação. Definir justiça seria algo inconciliável, mais para organizar as idéias e formar alguma base, podemos classifica-la em duas posições: a subjetiva e a objetiva.

Subjetivamente, temos a justiça pela ética, cultura e bom senso de cada ser, o que seria impossível de se conciliar. Não existiria justiça de fato pois o que seria justo para um, poderia não ser para outro.

Mais por outro lado tem-se a visão objetiva de justiça, da qual a sociedade é mais justa com base nas leis da república, porem toda essa objetividade se perde entre a bagagem cultural que essa sociedade possui e as opiniões que geraram tais leis… No fim, temos a mesma questão: o que é justiça?

Aos olhos de Platão, os filósofos são os mais adequados a se aproximarem de um julgamento justo, afinal, desprezam os prazeres, as riquezas e as honras por serem homens virtuosos, sendo a base da virtude, a justiça.

Com base nas idéias do Des. Moacir Leopoldo Haeser, um juiz deve ser parcial em favor da verdade e da justiça que possui em mãos, que; no mínimo, deve avaliar alem das conseqüências visando também as suas causas e adequando a lei no caso, em busca de transformações sociais. Alem do mais, um juiz deve buscar a justiça com eficiência tendo conhecimento que em alguns casos, a justiça tardia pode ser uma injustiça, devido a obrigação de seguir formulismos, muitas vezes, inúteis.

No fim, a justiça é definida particularmente em cada um, mais com a obrigação de se incorporar nas leis que mais estiverem de acordo com seu estado.

A justiça construída pelo homem pode não ser perfeita, mais o dever do juiz é fazer com que a justiça seja feita o mais rápido possível dentro das condições do juiz.

Maria Eugênia Rodrigues

Vida em marte: competição e conhecimento

23 maio

“Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo alemão usa os princípios de propulsão de foguetes para construir as primeiras bombas voadoras, a V-1 e a V-2. É com essa tecnologia capturada dos alemães que Estados Unidos e União Soviética dão início à chamada corrida espacial: a luta pela primazia na conquista do espaço.” Segundo o site http://www.coladaweb.com a rixa entre União Soviética e Estados Unidos já vem sendo cultivada a anos e a cada disputa pelo poder, novas tecnologias são geradas,como novos materiais, aperfeiçoamento de motores, armamentos, satélites meteorológicos, comunicação e outras tecnologias que geraram grande impulso para a exploração espacial e resultou em grandes avanços científicos e tecnológicos, além de importantes descobertas. Essa disputa foi encerrada com a chegada dos norte-americanos a Lua em 20 de Julho de 1969. Tal feito praticamente encerrava a corrida espacial dado o tamanho da façanha.

A exploração de Marte teve início na década de 60, com a Marte 1 lançada em 1962 pelos russos, mas que perdeu contato com a Terra no caminho. Os Estados Unidos também fracassou em 1964 quando mandou a Mariner 3 e os painéis solares não se abriram. No mesmo ano, os americanos enviaram a Mariner 4 que orbitou a 9.920 km de Marte e enviou 22 fotos, as primeiras da superfície deserta e cheia de crateras.

Mais duas missões estão sendo preparadas, a Mars Climate Orbiter e a Mars Polar Lander. A primeira tem o objetivo de estudar o clima, e a segunda, de buscar água em solo marciano através de perfuração. Outros projetos estão sendo desenvolvidos para obter mais dados sobre o planeta vermelho. É o caso do projeto da Nasa chamado “Referência Marte”, que pretende enviar uma nave tripulada a aquele planeta até o ano de 2014.

Caso haja a possibilidade de vida em Marte, União Soviética e Estados Unidos já se prepararam para a nova corrida: Corrida a Marte. A atual viagem espacial terá sentido apenas de respostas sobre a origem da vida na terra, mais mesmo que a “corrida espacial” já tenha tido fim, é inevitável uma competição entre os países que já vem ao decorrer do tempo, com um histórico de disputa de poder altíssimo,

Enfim… Aonda quero chegar é: levando em consideração que o país que chegar primeiro em Marte terá maiores chances de poder e decidir quem iria a Marte (por isso a grande disputa), ambos os países não vão medir esforços para a chegada em Marte primeiro. Portanto tendo em vista que a viagem à marte é em prol da “humanidade”, por que dois países, ao invés de se unirem, pra que; de fato, cheguem ao “benefício da humanidade”, se opoem em uma rivalidade que só fragmenta uma possivel união mundial?

Subgêneros do Indie rock

12 fev

O indie rock é a denominação das bandas Inglesas e independentes dos anos 80, que foram ganhando publico nos anos 90.

Existem vários estilos dentro do Indie rock:

Baroque pop: Um folk rock estilo anos 60 misturado com o experimentalismo, como por exemplo, a inclusão de uma orquestra na música.

Britpop: Estilo que mistura quase toda a história do rock britânico. Desde a British Invasion (Rolling Stones, Small Faces etc), passando por bandas de Punk Rock como Buzzcocks e Wire, até chegar em Stone Roses e Happy Mondays, é por isso que varias bandas desse estilo são bastante diversificadas e “ecléticas”. (ex: Supergrass, Blur, Franz Ferdinand, Oasis e Pulp)

Disco punk: Mistura perfeita da New Wave com o Punk Rock, adicionando às vezes um pouco de Funk dos anos 70. (ex: LCD Soundsystem, !!!, Out Hud, Radio 4 e Rapture)

Dunedin Sound: Um tipo de Indie Pop diferenciado, ele usa guitarras “jingly-jangly”, baixo repetitivo e algumas vezes bateria. Algumas bandas de Punk Rock já usaram esse tipo de estilo. (ex: Superette, Garageland, The Bats e 3Ds)

Indie Pop: Enon, Blonde Redhead, Blood Red Shoes, Liam Finn, Les Savy Fav

Garage rock revival: com som de “rock and roll” dos anos 60, a maioria das bandas que são desse subgênero tem um grande influência do Delta Blues. (ex: Strokes, Von Bondies, White Stripes e Eagles Of Death Metal)

Madchester: Estilo que misturava Indie Rock, Dance Music e Pop Psicodélico. Graças ao estilo, várias bandas do Britpop foram formadas. As letras do estilo eram muito influenciadadas pelas drogas sintéticas (que eram novidade na época). (ex: Happy Mondays, Stone Roses,The Inspiral Carpets e A Guy Called Gerald)

Math rock: Mistura riffs dissonantes e batidas diferentes (7/8. 11/8 ou 13/8 por exemplo). O Math Rock é um estilo realmente complexo fundindo o Rock, Metal, Progressivo e até mesmo Punk. (ex: Don Caballero, 1.6 Band, Bellini, Creedle, Braid, Inlantic, The Jesus Lizard e Surrogat)

Indie folk: Um revival do folk dos anos 60 com elementos do indie rock. (ex. Beirut, Kings Of Convenience, Neutral Milk Hotel, Devendra Banhart, The Decemberists)

Noise pop: Mistura a atitude do Punk Rock com noise, ecos e várias outras características bastante encontradas no universo Pop dos anos 80. (ex: The Jesus and Mary Chain)

Post-punk revival: O estilo mistura as guitarras do Punk,”riffs” vindo de bandas como Television e Gang Of Four, os teclados da New Wave, algumas vezes Eletrônica. Tudo isso criado através de uma “melodia” Pós Punk. (ex. Bloc Party, Franz Ferdinand,Futureheads e Interpol)

Post-rock: Estilo amplamente alternativo que mistura Rock e Jazz flertando a Eletrônica, tudo isso num clima Ambient (ex. Tortoise, A Silver Mt. Zion, Do Make Say Think e Fly Pan Am)

Slowcore (ou Sadcore): Rock Alternativo com batidas lentas e letras tristes, se confunde muito com o Indie do final dos anos 80. (ex: (Smog), Low, Galaxie 500, Bedhead e Pedro the Lion)

Twee pop: Mistura doces melodias e doces letras. A sonoridade é a partir de guitarras leves, vocais femininos e, às vezes, instrumentos de criança. (ex. Camera Obscura, Belle & Sebastian, The Flaming Lips, Architecture In Helsinki, Tully Craft e Girls in Hawaii)

Telefonia celular made in Hollywood

3 jan

Hedy Lamarr é uma Austriaca nascida em 9 de Novembro de 1913. Ficu muito conhecida na Europa por ter aparecido nua em um filme em 1933, e seu papel responsavel por seu sucesso em Hollywood, foi o de Dalila em “Sansão e Dalila”. Depois de seu sucesso em Hollywood, recebeu um convite de Walt Disney para ser inspiração de “A branca de neve” em 1937. Lamarr ja foi casada seis vezes deviado a implicações militares e teve 3 filhos. Ja foi casada com o austíaco fabricante de armas, Fritz Mandl em 1933 á 1937. Acompanhou o marido em diversos jantares com a ascendente elite nazista, o que lhe fez ter um conhecimento consideravel sobre a guerra e seus meios.

Porém o que mais impressiona na vida dessa grande atriz, foi uma invenção um tanto quanto usada hoje e que, com certeza, muita gente não acreditaria que veio da mente de uma atriz de Hollywood.

Em uma noite entendiada, Hedy Lamarr e seu amigo, o compositor George Antheil, brincavam de dueto no piano. Ela repetindo em outra escala as notas que ele tocava. O que à levou a pensar que duas pessoas podem conversar entre si mudando frequentemente o canal de comunicação simultaneamente. Apartir de tal raciocínio, foi criado o celular.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Lamarr criou um sofisticado aparelho de interferência em rádio para despistar radares nazistas e o patenteou em 1940, usando o seu verdadeiro nome, Hedwig Eva Maria Kiesler. Porém, não foi aceito quando ofereceu a novidade ao Departamento de Guerra norte-americano.

Quando a patentiação expirou, a empresa Sylvania adaptou a invenção, que hoje é o equipamento que acelera as comunicações de satélite ao redor do mundo e foi usado para criar a telefonia celular.